terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Ai d'eu, meu Deus

Ai d'eu, meu Deus
Que essa linda menina me olha nos olhos
Que me sorri com um sorriso tão puro
Que me encontra com um amor tão seguro
Que me abraça e encobre meu mundo

Ai d'eu, meu Deus
Se a ferem meus silêncios e as minhas palavras
Se a minha angústia lhe aflinge a alma
Se o meu viver inconstante a incomoda
E sou forçado a calar e falar tão forte.

Ai d'eu, meu Deus
Se cada página da minha vida
Importa cada segundo de sua respiração
Se cada batida do coração
É a tradução do meu amor em seu peito

Ai d'eu se agora não tem mais jeito
Que o meu silêncio me incrimina e me sustenta
E fala, e cala, e versa aquilo que não foi dito
E traz consigo a voz de um peito atribulado
A voz de um sorriso vazio...

Antíteses

Em teu coração silenciado
De boca cerrada
De peito nublado
De olhos fechados, permaneço.

Por vosso pecado
Julgado e condenado
Impuro, estranho, malvado
Omisso viver.

Soluço amargo
Sorriso marcado
Ardente pecado
Contrato, reparo, angustia e sofrer.

Antítese, silencio as agonias
Angústias atrozes, boas simpatias
Amores irrespondidos, incompreendidos
Silencio morto nos lábios.

Corpo, nudez, silêncio
Um silêncio que grita
Uma inação que me fere,
Um turbilhão de muitos eus...

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Meu tesouro


Meu Céu, minha luz, paraíso revivido
Minha vida, minha senhora, meu tesouro há tanto perdido
Meu amor, minha flor, meu silêncio mais sentido
Te espero tanto, te sinto e, em prantos, desejo a força do encanto

Que teu silêncio, eu perceba atento, e não seja o tempo do desencanto
Que a sua luz que me seduz em eterno encanto
Que seu fulgor, de eterno amor se dure em anos de acalanto
Que meu amor, desabrochou e assim vivamos .

Que seja eterno, longíquo em sua plenitude
Que seja lindo, que seja fogo, que seja novo
E renovado, que esse amor seja sempre lembrado
Que nossa força seja o amor que silencia toda maldade

Porque a perfeição, meu anjo, a perfeição és tu
Que me amaste, compreendestes, que me fizeste ser quem eu sou
Porque eu te amo, te amo tanto, divinizado em véu de amor
Que meu silêncio e meu sorriso sejam contigo eterna aliança

domingo, 29 de abril de 2012

Meu bebê

Tão especial, tão forte, tão linda,
Sensível, sensata, sorridente
Teu corpo me inebria lentamente
Me seduz e me acalma os sentidos

Oh, quão maravilhoso é seu sorriso
Tão lindo o desenho de sua boca
 Realidade tão bonita e tão louca
Que mais até parece desatino

Seu toque que me encanta
Seu amor me acende e me acalma
Os teus olhos, janelas da alma
Me informam, os seus expoentes

Me alegro pois tu és meu presente
Minha flor, tão linda e cheirosa
Com certeza, minha amada rosa
Que hei de ficar contigo eternamente...

sábado, 31 de dezembro de 2011

Oração de fim de ano

Senhor, guardai e protegei todos os meus amigos.

Os que me acompanham há algum tempo, os que conheci há pouco tempo; àqueles que somem e do nada chegam e me enchem de alegrias, àqueles que são minha alegria diária.

Que 2012 traga a energia harmoniosa e pura, energia que equilibra e nos leva à verdade.

Que a fé seja reforçada e o amor que há em nós possa ser estimulado ao pleno exercício no sentido de efetivar o: "Amai-vos uns aos outros...".

Que nossos preconceitos e nossas posturas inadequadas sejam dissolvidas e nossas mentes sejam reconduzidas ao caminho do bem e da justiça; que nossas ações passem a refletir nossas reflexões e nossos ideais de vida.

Que o perdão tão almejado seja também concedido, pois, "é dando que se recebe".

Pensemos também nesta força vital que nos enche de animus e de desejo; que o axé seja compartilhado pelos deuses, que a bênção seja derramada, que a Paz.

Que minhas faltas sejam perdoadas, que meus atos sejam analisados, que minha mente seja limpa de todo mal para que possa eu promover justiça, paz e transmitir a calma e a tranquilidade de que tanto temos necessitado!

Muita paz e luz meus amigos!
Grande abraço.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Minha luz

A quem ilumina minha vida
Dá sentido, dá cor...
A quem enche minha vida de sabor
Que perfuma e dá carinho

À rainha da minha vida,
À fonte da minha felicidade
Àquela que me leva consigo
E que eu levo comigo

Meu coração aguarda seu sorriso
Seu sorriso lindo, daquele jeitinho
Calmo, tímido e encabulado
Daquele jeito lindo, fofo de ser

Te amo, nunca neguei
Nunca esquecerei de você
A luz da minha vida
O farol que emana a luz de Deus!

Incompletude

A quanto tempo espero seu toque
Seu abraço, seu sorriso
A quanto tempo desejo
Sua convivência comigo

Esse silêncio, essa distância
Essa súplica, essa inconstância
Esse aperto no peito
Essa voz que fala no silêncio

Essa voz que cala no peito
Que fala mais alto na alma
Que grita na sua ausência
Me lembrando minha incompletude

Seu sorriso me nutre, me aquece
Seu abraço me concede o dom da vida
Na minha triste solidão
Seus olhos me mantém vivo!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Espectros


E no silêncio dos inocentes
Pela força dos grilhões
Renegando nossos nomes
Nossa cor e tradição,
Nossos deuses tão presentes
Nossa voz se faz ausente
Sangram nossos corações

Que os Orixás nos perdoem,
Nossas falhas e inconstâncias
Zumbi, que do alto ecoa
Como herói que não se cansa
Ganga Zumba e sua lança
Sua força e importância
Emergem dos corações

É na força do guerreiro
Na cor de nossa lembrança
Que Xangô demonstra os feitos
Com as falas, com as danças
Mostrando riqueza e graça
A sublime e iluminada
Cor do povo de Aruanda

Oxalá, meu pai amado
Me ilumina sempre atento
Olodumaré nos dá
Força, fé e provimento
Iansã, grande rainha
Olha pela vida minha
Do alto do firmamento

Ogum, Oxóssi, Ibeji, Nanã
Iaôs dançam com os atabaques
O babalorixá reinou
No terreiro iluminado
Quanto axé dos agogôs
Nos guiam em nosso caminho
E protegem nossos passos

Que o Yroko sagrado
Nos conecte aos ancestrais
Que a cultura nos permita
Viver com amor e paz
Que a importância de outrora
Nos permita ainda agora
Falar com os ancestrais

Respeite minha cultura
Minha cor, minha mensagem
Não desvirtue a realidade
Cor não mede capacidade
Não fragmente a identidade
Nunca tente silenciar
Minha ancestralidade.

Que seja eterno


Meu coração bate na frequência da sua vida
Seu coração dita as regras da minha vida
Meu silencio e seu sorriso se completam
Meu ser implora sua presença

Eu te necessito mais do que o ar
Mais que a mim mesmo
É de mim ser seu, é meu destino
Minha sina, minha sorte!

Não há morte maior que estar longe
Que não escutar sua voz
Ver seus olhos, seu sorriso
Não te sentir por perto

Que cada segundo seja compartido
Que cada encontro seja eterno
Que cada sorriso seu seja feliz
Que o meu coração é feliz por estar a seu lado...

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Alline

Venho, por meio desta, tentar prestar uma singela homenagem a uma das mulheres mais importantes da minha vida. Que sempre me apoiou, me ajudou, me compreendeu. Que me escutou quando estava aflito, que sorriu quando eu estava contente, que suportou (não sei como) minhas chatices e meus maus humores. Pra você que resplandece, que me faz perceber a graça da felicidade pelo maravilhoso fato de te ter na minha vida, minha amiga.
Não consigo viver sem você bê, não mais! Isso porque "quando a gente ama, simplesmente ama!"(8) 


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A Deus, meu muito obrigado!

Obrigado Senhor, por ter me presenteado com o sorriso e a beleza desse lindo ser:
Pelo sorriso, pelo gesto amigo, pela força despendida, pela palavra amiga.
Pelos momentos compartilhados, pela paciência que já consumi, pelas donzelices que já proferi, Senhor muito obrigado!
Pela bondade, pela doçura, por sua candura, Senhor obrigado!
Por sua existência, por sua benevolência, meu muito obrigado!
Te amo bê
*_*

domingo, 9 de outubro de 2011

Minha senhora

Minha senhora que me enche de amor
Sem ti eu sei que vou morrer
Pois tudo o que vejo me lembra você...

A tua presença me faz viajar
Sinto até me faltar o ar
Se não estás perto, tudo é solidão!

Dar-te-ei todo o meu coração
Minha vida mudou com você
De alegrias vou viver

Entrego a vida por teu coração
Afinal estou em tuas mãos...

Provar-te-ei meu valor e paixão
Pulsa uma vida inóspita no amor
Mas sei que não  mais viverei

(Re)flexões

O mundo gira e torna a vida sempre rotineira
Amores velhos com novas caras iludem seus conceitos
E nisso tudo eu me pergunto: o que é verdadeiro?

Então criamos mundos ideais, maravilhosos
E maquiamos infernos vivos e céus escandalosos
Vivendo a vida como clandestinos dentro desse meio...

A roda viva procura a vida para sobreviver
Terror e caos, insensibilidade escarnecem
Nesse mundo vou, a morte me tomou

Os sonhos morrem com o tempo
Os sonhos brotam com o vento
Os sonhos morrem com o tempo
O choro cala peito adentro

Nós inventamos, e pensamos o mundo e criamos seu roteiro
Sentimos as dores, forjamos horrores tudo em seu contexto
E hoje vejo que nossas falhas deturpam o modelo

Inveja e ódio permeiam o mundo de muitas incertezas
Um rosto frio ignora o rio da fluência e do conceito
A morte aparente é o que de repente virou!

Nosso amor

Passo mais uma noite
Olhando aquele amor fúnebre
Naquela noite nefasta
Mil demônios me consomem

Ainda vejo seu rosto
Alvo como a terna lua
Ainda sinto teus cabelos
Negros como o véu da noite

Pra que tanta agitação
Se a morte já me tocou?
Sinto o prazer profundo
Mesclando os gritos de dor

O que mais me entristece
É não ter-te aqui do lado
Não te confidenciar
O meu noturno pecado

Não te preocupes, querida
Nunca te esquecerei
Com meu sangue escrevo teu nome
Que com um punhal já gravei

Sinto meu coração parar
Ainda te sinto tremer
Pela eternidade a vagar
Na pressa de amar você

O tempo

O tempo passou
Minha vida mudou
Não sou como era antes
Ao ver teu olhar,
Volto a imaginar
A saudade me faz lembrar

Daquele casal
Tão perfeito pra mim
Me diz que não era você
Tento entender a tua traição
Mas tenho medo da solidão
Dor me dá

O nosso amor,
Que pra mim foi tudo
Só o nosso amor fez-me relembrar
Daquele amor acima de tudo
Que já se acabou
E eu não quero mais lembrar

Me permita

Deus, que seu sorriso nunca saia de minha mente
Que seu encanto nunca se perca em meus olhos
Que sua voz ecoe em meus ouvidos
Que seu olhar seja firme e constante!

Que o amor que sinto hoje em dia mais que antes
Aumente um pouco a capacidade de entender-me
Que minhas falhas e fraquezas passageiras
Não me permitam cegar-me de uma vez

Que sua bondade me permita crescer em sua volta
Que seu amor me permita ver a natureza
Que sua boca me diga o que preciso escutar
Que seu abraço transmita o que necessito!

Amor que cresce em mim assim tão infinito
Tão lindo e cheio de bom tom, bons sentimentos
Que eu me alegre em cada vão momento
Que seu sorriso me chegue em meus olhares!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Minha condição de existência

Preciso tanto de suas palavras
Do seu toque, do seu carinho
Preciso da sua sapiência
Do seu abraço e de sua experiência.

Preciso de seu sorriso, do seu amor,
De sua decência, de sua cadência
Sua doce influência,
Da sua cor, do seu viver

Meu coração chora triste
A falta do seu amor
Meu coração implora sua volta
Meu rosto espera sua resposta: seu sorriso

Que sua face bela
Ilumine minha vida em flor
Que sua paciência encha minha vivência
De seu rosto mais lindo com seu esplendor!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Minha namorada



Que seu beijo quente possa novamente aquecer minh'alma.
Que teu corpo ardente, vivo em minha mente, me transmita a calma.
Seu sorriso belo, seu olhar sincero seja a morada,
Deste velho corpo que só quer um pouco da sua alvorada.

Meu amor, te espero e cada vez mais quero ver sua chegada
Cheia da beleza que à natureza deixa enfeitiçada.
Teu sorriso lindo, luz do paraíso para minha alma
Quero intensamente no tempo presente para minha amada.

Eis que te proponho nesta vida o sonho em flor desabrochada:
Desde aquele beijo me veio o desejo em ser minha namorada.
Eu me ajoelho sem medo ou receio, sem qualquer defesa
Quero ter-te aqui comigo flor da minha realeza.

Sua forma inteira e linda resplandesce meu viver
Seus olhos perfeitos me guiam do jeito que preciso amar
Quero, nesse peito, todo seu respeito e amor pra dar
Quero ser amigo, ser seu namorado se te agradar...

terça-feira, 5 de julho de 2011

Teu olhar

Na solidão o teu olhar me auxiliava
Vivendo hoje aqui tão sozinho!
Coisas do passado que me cortam quando lembro
Me mostram que nosso amor se foi com o vento...

Há algum tempo que eu quero você
Chorei por não ter coragem de declarar todo o meu amor
Hoje sei que fui um fraco, um covarde...

Se teu amor chamar, regressarei
Para onde desejares
Mesmo triste por não ter-te aqui
O coração ainda pede pra voltares...

Em verso a solidão meu peito declamava,
E a força extrema desse teu sorriso
Tudo que eu amava, me afastava com o tempo
E marcou meu coração em descontento...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Cotidiano

Em meu coração se agita
O sangue dentro do peito
A vida molda meu jeito
O homem em si não se habita

Meu "eu" se torna indefeso
Teu ser me apoia no fato
Meu amor, em tão grande ato
Me ofusca os desejos

Com o mais gostoso beijo
Hei de fazer minha dama
Que o corpo logo se inflama
Enfim sagrado de anseios.

Teu corpo, luz dos meus desejos
Só diviniza tua essência humana
Me ojeriza em tão complexa trama
Que em vão suspende a dor desses malditos

Moldura

Meus olhos que repousam sob os teus
Possam te ver e em verdade agradecer
Enorme honra de encontrar-te junto a mim
Meu coração a palpitar dentro de mim

Sorriso lindo emoldura tua face
Que desenlaçe amargurante ausência tua
O meu silêncio angustiane infame grita
Ah que maldita é a saudade em meu peito


Por esse amor cultivo tal respeito
Que imensas honras inda seria inútil
Mil sentimentos que parecem fúteis
Guardam ardentes ardores da vida

Que morte audaz e sempre tão querida
Ah que tormento me aflige a alma
Por esse amor dispenso imensa calma
Para salvar-te dos meus vãos desejos

Meu farol

Teus olhos são meu farol,
Teu corpo é meu desejo
Calor ardente do teu beijo
Enfim teu corpo me agrada

Conveniência acatada
De mãos e beijos tão felizes
Que boca tão perfeita ostentas
Que em meus desejos são contidos.

Deusa morena de feliz sorriso
Vivo contigo em meu sofrer-saudade
A natureza logo me invade
E os meus instintos correm-me nas veias

Perdoa minhas faltas e meus zelos
Perdoa os cuidados e pedidos
O amor que invade meu peito vazio
A tua imagem guia meus sentidos

Em teu olhar

Eis que meu coração se alegra
Teu sorriso me toma por inteiro
Meu amor se assenta em meu peito
Quanto tempo me sobra em meu viver

Que maravilha corpórea olhei
Onde Deus endeusou formosa humana
De complexo amor em minha aresta
Abismado e perdido em meus pesares.

Ai de mim que essas horas são cortates
Me destroça o coração maldito
Sinto em mim este enorme vazio
Tua ausência maldiz meu pensamento

Tão vazios são esses vãos momentos
Que teus olhos não vejo em teu olhar
Te procuro e ainda sim me escapas
Em calor me abraça aqui neste peito

Divina

Meu coração te procura,
Teu calor me agrada
Tua boca me chama
Teu corpo me acende

Teus olhos tão lindos
Teu rosto de anjo
Estátua divina
Meu poço de encantos

Tua voz doce e sutil
Teu sorriso encantador
Me encontro em teus olhos
Te sinto em meu coração

Minha pele sente teus sentidos
Minha boca anseia sua boca
Meu corpo te necessita
Minha vida se incorpora à tua.

Anseio...

Que teu sorriso me abarque
Que teu corpo me acolha
Meu rosto te procura
Meu beijo te sente

O tempo me esmaga em tua ausência
Teus olhos me hão de guiar
Amargas horas vazias
Saudade em meu querer!

Te sinto em angústia extrema
Silêncio em meu suplício
Me mate a sorte maldita
A morte me ronda arcáica

Sumam os medos, venha a glória
Sorriso e vitória me abarcam sozinho
Tão linda senhora, sereia bendita
Teus olhos me falam, oh linda menina.

Domínios

Teus claros olhos iluminam meus caminhos
Que tristes atestam a amargura do meu ser
Oh, que sofrida é minha vida em tua ausência!
Que teu sorriso mais alegra meu viver.

Mais influente é tua voz em meus ouvidos
Que toque altivo é teu sorrir no meu coração
Quão atuante é vossa força em meu destino
Ingrata, vã e arcáica vida em solidão.

Seu rosto lindo de beleza inigualável
Inesgotável fé e força irradiada
Que meu amor em adoração seja exaltado
Pela atenção de aprovação do teu viver.

Que seu sorriso possa acompanhar-me a vida
Que a timidez bela externada me deixe ver
Tua pureza, humildade e sensatez
Sensível flor, beleza única, eterno amor.

Ai minha deusa, desculpe a impertinência
De olhar-te assim e macular sua beleza
Tão singular, tão incomum, eterno recôndito da pureza
Oh Deus, permita-me abraçaro seu ser perfeito!

Mundo Vazio

Nesse mundo vazio 
Que vivo a imaginar,
Fico à beira do rio
Louco pra te encontrar

No minuto final,
No momento ideal,
O orgulho caiu no chão
E eu vi nos teus olhos
Que brotará o amor...

Eu me vi consumido
Mas sem me recompor
Vi meus anjos caídos
Me derramando amor

Vi o bem, vi o mal
Eu me fiz imortal
Só pra eu não sentir a dor
Num momento vazio,
Onde andará o amor?

Na loucura, no frio
E até mesmo na dor
Meu coração vazio
Ainda espera o amor!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Flor

Morena flor, de aroma ardente
Seu beijo quente me faz sonhar
Seu corpo agrada a minha mente
Seu toque sempre me faz sonhar

O seu sorriso sagra a semente
Que em minha mente se faz raiar
Tão doce voz toca alegremente
Minh'alma ausente do seu olhar

Sofrida alma incandescente
Que chora e sente o meu pesar
Arcáica força tão imponente
Da sutileza se faz brotar

O teu abraço, amor eminente
De Deus presente em meu olhar
Reflete amor e recolhe a dor
Da ausência tua em meu caminhar.

Pacto

Eu selo um pacto, impacto, visão de viver
Estou no passo, repasso, meu louco viver
Embargo, encargo estático em ausente sofrer
De fé abraço, agrado teu honroso ser.

Que a lua amiga, linda me enerva o ser
Que fruto amargo e caro é desfalecer
Ausência tua, atua em meu existir
Teu cheiro bom, teu sorriso, vem pra mim.

Saudade enorme me cobre, me faz reviver
Teu olhar nobre, recobre, nefasto viver
Que amanhece, reconhece, me enrubece a tez
Porque te guardo e aguardo mais uma vez te ver...

terça-feira, 24 de maio de 2011

(Des)Ordem

E eu que pensava ter minha ordem reestabelecida e os parâmetros regentes de minh'alma bem definidos, as imagens bem desenhadas, me vejo perdido nos encontros amargos de um bem viver.
Hoje percebo tão atônito que as projeções que me sustentavam são como as nuvens que se desfazem no âmago de meu ser...
É nessa infinidade infinita de coisas que me encontro e reencontro.
Nesta anomia sentimental que me refaço e faço meu caminho, me esmago e me reconstruo.
Me mato e renasço como fênix única e inacabada, sedenta de não-sei-o-que, não-sei-pra-quem em um não saber maior que a existência.
Fraco corpo vão e frio de esguia palidez sem energia, sem vida, sem animus...
Me toma o coração palpitante de ritmo descompassado em arte infinita de um bater em silêncio eloquente, em um vácuo material numa estrutura de inconstância formal.
Quem me atormenta os olhos? Que luz divina me chega aos momentos finais de minha vida?
Ah luz que tudo ordena, que do caos torna padrão, que normatiza, que distribui, que sedimenta, que alimenta, me reconstitui...
Aflige minha falta de existencia a ausência de quem amo, a inconstância, a morbidez enérgica de uma vida que não mais vive. De uma alma que não mais alimenta, que não vegeta, que não sustenta. Uma alma cadavéríca e aflitiva, uma alma sem parâmetros ou discussões, sem força ou estranheza. Alma inanimada e corrupta nos olhos primários cheios do ódio do tempo, cheios da amargura dos amores, das dores indissolutas, das guerras indissolúveis.

Sombrio

Alma disforme, de sentidos torpes e indefinidos...
Olhar sombrio de sombria natureza humana.
Voraz consumo de mim mesmo, apaziguado em vossa divna alma pura.
Desânimo envolto em arrogância fria e inconstante de vontade audaz.
Perdoai minha impertinência se o simples fato de contemplar a sua beleza e plenitude ofende sua perfeição.
Matar-me-ei em vossa honra, em prova de minha adoração e fidelidade.
E por mínimo que seja o preço de minha vida, ainda sim sacrificar-me-ei, verterei sangue em veneração, em arrependimento.
Que amor tão grande seja sagrado em bocas ociosas de benignidade e reverência...
Que a aurora possa resplandecer teu corpo, que a força possa ser revestida de ternura incomensurável em espécie atemporal de modalidade perpétua.
Que meu coração te sirva de agrado, que minh'alma seja feliz em tua presença e na ausência da materalidade efêmera das coisas.
Que minha pulsação seja somente sua, que minha vida seja subordinada à condição de sua existência.
Sua alegria é o combustível de minhas funções mais elementares, de meus sonhos mais puros, de meus pensamentos mais corretos.
Vou-me embora, para um espaço onde aguardarei um dia encontrar-te, tornando a sentir a alegria ajuntar-se em virtude, em confluência espiritual de duas almas em um só sentimento nos sombrios recônditos de um ser mutante, incrédulo e caquético chamado Amor.

Promessas

Quem me dera poder te dar o céu
Ou o mar, ou o ar, as estrelas ou o sol
A essência, a vivência, o conforto, o luar
O desejo, um almejo mais salutar

Quem me dera permanecer contigo
Ver-te dormir, um dia estar contigo
Pra te ver sorrir, pra te ver acordar
Pra te proteger quando possível

Ah se Deus me permitisse agora
Que os olhos lindos saissem de minha mente
E, junto com sua dona, viessem de encontro a mim
Trazendo como veste a felicidade natural

Ah Céus! Como seria bom...
Que maravilha seria, vê-la tão bem,
Sentí-la aqui em meu abraço
Santificá-la em devoção de paz!

Desejos

Que seu olhos me acompanhem
Que minha vida seja sua
Que minha amizade seja pura
Que minha adoração seja eterna

Que meu coração seja seu
Que a força do sentimento
Traga a essencia da convivência
Que possamos nos entrelaçar!

Que toda a beleza sua
Seja por todos percebida
Que a sua timidez
Venha aos poucos sendo vencida

Reconheça seus valores
Reconheça suas belezas
Seja assim, perfeita,
Intimamente perfeita, intimamente divina...

Sorriso

Ah! Que sorriso lindo inebria minhas noites
Ah que boa recordação me estima a alma
Oh luz divina, perpetue-se em minh'alma
Que a ausência tua comprime meu peito

Sorriso tão belo, timido e satisfeito
Que consola meus dias infelizes
Tua boca, anunciante de minhas graças
É o ícone maior de uma furtiva esperança.

Aceita-me por teu servo, por teu escravo
Em pagamento, o sorriso mais sincero e mais amado
Para esse ser amargo que vos fala em agonia
Nessas noites de ausência de sua figura linda

Perdoai a impertinência, que em zelo se tornara
Perdoai as minhas falhas, imperfeições desbotadas
Meus discursos, as palavras, perdoa a falta de calma
Que mais marca essa alma na agonia de tua ausência... 

domingo, 3 de outubro de 2010

Simplista

Como posso te dizer
Que as coisas mais lindas
Estão nas mais simples?
Que o amor nasce para crescer?

Noto então
Que sou uma gota d'água no imenso mar
Mais um grão de areia no vasto deserto
Sou mais um pobre com medo de amar...

Sou mais que um apaixonado na multidão
No meu peito não há mais um coração
Retirei-o e entreguei-te
Para que sempre estejas comigo

Mostra-me tudo
Que as belezas que a mim chegam
São frágeis diante de ti e de tua beleza
Domina-me, deseja-me, faz o que quiserdes...

Pergunto-me inebriantemente
Como poderei viver sem ti?
Como sobreviver se o que me mantém vivo
É a sua respiração, sua palpitação...

Você me fez sentir
O amor que nunca antes houve
E nunca mais haverá
A solidão profunda no coração.

Desejos

Oh! Maldita vida que me apreende a alma
Vida nefasta que me acende os sentimentos
A morte acalma meus desejos
Na extremista ausência dos sentidos

D'alma me brota escuso, escondido
O vão desejo de ceifar-lhes a vida
Não dar-te-ei a certezamaldita,
Prefiro dar-te um "talvez" inibido

Anjos caídos me trazem mensagens
Cuja beleza se esconde na lua
Provar-se-á passando pelas ruas
Num infinito verso inacabado...

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Para a rainha de meus sonhos!

De qual parte do mundo
Será que ela virá?
Que seu canto profundo
Venha me resgatar
 
Venham deuses do céu
Venham anjos do mar
Todos venham para compor
A canção mais perfeita
De onde nasceu o amor

Os seus olhos de fada
Hão de me recompor
Na ordem mais perfeita
Há de tirar a dor

E consigo trará todo encanto do céu
Para nessa terra reinar
Oh! senhora te encanto pra nunca acabar


Nem que o tempo se cure
Deixarei de te amar
Que o nosso amor dure
Pra nunca acabar
 
Hei de então te agradar
Agradecer aos céus
Tua vida e teu amor
Oh senhora perfeita é teu o meu amor!

Nesta noite

Nesta noite te busco sem te encontrar
E essa tristeza em meu olhar
Essa procura nessa solidão

Minha vida passei toda a te esperar
Quero meu coração te dar
Para minh'alma se encher de paixão

Por você vou pro mar, pro inferno e pro céu
Tudo por seu amor fiel
Quero sentir de teus lábios o mel

Vem, me toma e me faz uma vez mais feliz
Os lábios teus quero sentir
Para obter todo o seu coração.

Palavras

Como posso te dizer
O que as palavras
Não podem explicar?

Como posso te mostrar
Esse vazio
Que há em teu olhar?

O que eu quero é te fazer
Dona de tudo
Oque desejar

Eu quero amar você
Quero te ter
Para te adorar

Faz-me uma vez
Mais feliz
Pra a cada dia o amor aumentar

Eu quero você pra mim
Ver a paixão
Em meu peito brotar

A sepultura

A noite escura
Acalma meu corpo ao vento
A minha vida passei toda
A te esperar

Meu coração ainda sente
A dor do tempo
Ainda espero meu amor
Que voltará

Se vens, não tarda a voltar
Aqui estou a te esperar
Se vens, não tardes a voltar
Te espero para te amar

Por noite adentro
Balança teu corpo ao vento
Com mil sorrisos
Prontos a me devorar

Na sepultura
Meia hora, muito tempo
A luz da lua está teu corpo
A imacular

Sem você

Me deixa te provar
Sentir o teu sabor
Eu quero te amar
Provar o meu valor

Eu quero te adorar
Com todo o meu amor
Me deixa te tocar
Viver com teu calor

Me fez apaixonar
Teu jeito sedutor
Teu modo de me olhar
Em cheio me acertou

O que vou fazer?
Não tenho nada se não tenho você
O que vou fazer?
Sem você...

Monólogo 1 - Retratos

No mundo da magia, te encontrei minha rainha
Vendo que pra mim sorria, eu a tornei meu retrato
Procurando em teus braços um abrigo, segurança
Embora sendo criança te amava sem perceber
Querendo te esquecer pra te achar dentro de mim
Pra te ter, pra te sentir, por só desejar-te assim
A mais linda das estrelas vejo em tuas mãos vermelhas
O meu sangue a derramar.

Vi cair pelo teu rosto um par de lágrimas cristalinas
Que não esqueciam nunca o amor que te prometi
Em juras de amor eterno, juras de fidelidade
Também de cumplicidade, de uma vida melhor
E eu na imensidão do meu quarto
O que faço se não estás aqui comigo?
Se nada mais faz sentido
Sem que estejais comigo

Paro em frente do espelho e sinto minha alma se esvair
Minha imagem não mais se reflete
Na esperança de encontrar-te, procuro-te
Talvez se entrasse eu no espelho,
Sentiria eternamente o calor de tuas mãos,
A doçura de teus beijos
Não mais serei humano
Serei algo que não mais poderá ser caracterizado

Simplesmente observado
Pois o amor é um punhal que abala meu coração
Rompe as conexões mais seguras
Fere, incomoda, destroça e distrai
Argui, agita, aguarda cansado
Amores antigos, ardor de um passado
Estranho interesse, maldita inocência
Te despe o cenário, te dou recompensa...

Manto

A noite vem
Traz em seu manto escuro
Toda a dor que tem
Além do obscuro
Choro por alguém
E tudo me encoraja
A esquecer também...

Aquele amor
Tão forte e tão bonito
Que desabrochou
E formou em meu peito
A chuva de horror
Que vi cair
Assim que me deixou

Notei então
Que a escura noite
Leva à salvação
Só aqueles que a contemplam
Em adoração
Aqueles que estão entregues
À solidão.

Cartas

Por que chorar
Se ela não vai escutar?
Pra que ficar vivendo
Sem ter nada?

Não vou falar
A dor do meu coração
Nem escutar
Sequer uma palavra

Se não quer ficar
Perdoe o meu coração
Às vezes a tristeza
Domina

Mas tenho a certeza
Que um dia voltarás
Trajando a dor nos olhos
Menina

Eu quero te deixar
Um ultimo apelo Oh! princesa
O amor daquelas cartas
Que escrevemos juntos

sábado, 25 de setembro de 2010

Amazônia: Entre o mito e o real

Filme desenvolvido em 2008 com o objetivo de integrar o projeto 'Amazônia: Entre o mito e o real' proposto pelo professor de física Gentil Matias.

 

Este vídeo foi uma estratégia metodológica de facilitação da discussão acerca dos problemas ambientais de origem antropogênica a fim de repensar algumas práticas inadequadas a fim de minimizar alguns efeitos catastróficos. Precisamos discutir as questões relativas à educação ambiental, ao desenvolvimento sustentável para que possamos, de forma efetivamente segura, transpassar as ameaças sócio-ambientais.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Pensamentos...

Vivendo entre livros e trajetos, entre razões e emoções, em um ou outro momento me surgem algumas divagações. Como que se por um transe hipnótico uma tempestade de idéias permeia minha mente e esmaga o meu coração. Questões existenciais e de todos os outros gêneros me surgem como espasmos de loucura (ou seriam de sanidade?) e de repente é como se minhas experiências, minha vida, meu eu se tornassem nada.
Uma falta de essência, uma inexistência mais que aparente, uma sofreguidão tão funesta que nem mais me cabe me envolve e me espreme em meus delírios.
Eis que me vieram em alguns momentos o pensamento de 'positivar' alguns conceitos entre meus conflitos:
  • Relação dialética entre razão e emoção? Muito cientificismo pro meu gosto...
  • Batalha travada entre o que sou e o que eu deveria tomar como comportamento e valores corretos, incorporando-os? Muito vago!
  • O espírito entrando num nível de transcendência em oposição ao materialismo de minha matéria fatidica? Ainda pouco trabalhado, mas caminhando pra uma boa definição...
Enfim, furto-me, então,  a esse direito. Que se me encarem, pois, os pensamentos. Que me devore as emoções...
Estarei pronto, estarei vivo.
Aprendendo com meus erros, com meus acertos, com a observação, com a vida...
Que a loucura me invada e me marque como os antiquados sentimentos vãos me mataram. Que a vida se sinta eufórica e sinja de rubro as calçadas altivas pelas quais me hei de pertencer em meus derradeiros dias...

Eu não me acho, eu sou!

Não me acho...
Deixo a vocês o desdém de um pré-julgamento; de um argumento infundado, tolo e medíocre tentando me rotular...
Sinto muito, apenas poderia lhes dizer: Quando for tentar me rotular,se analisem para saber se serão capazes de me esteriotipar...
O exercício da autoavaliação se torna importante de tal forma que serve, entre outros fins, como indicador de amadurecimento. Prestando bastante atenção ao que foi dito, indicador não é algo que se possa categoricamente tomar como absoluto, apenas constitui parte dos fundamentos teóricos deste argumento.
Rotular ou permitir a si mesmo rotular-se é delimitar-se e excluir muitas das variáveis que deveriam ser tomadas como algo bom e reto, como parte constituintes das nossas identidades sejam de ordem pessoal ou de ordem social e, desta forma, o que se busca efetivamente é apenas sustentar algumas projeções que outras pessoas nos impõem e excluir de forma sumária qualidades nossas que na verdade são tomadas por defeitos a fim de maquiar as imperfeições daquele que rotula ou simplesmente resultar de um somatório macabro dos medos internos e internalizados durante a vida.
Tenho um pensamento bastante particular a cerca deste fato: a tentativa muitas vezes inaugura uma série de convenções do senso comum, onde a acriticidade se faz mister e a animalesca vontade de ser superior acaba gerando um depressiamento da pessoa humana e exaltação de pseudo-qualidadades que além de vazias são infinitamente reducionistas. A sumária exclusão de características inerentes à particularidade acaba engessando as relações sociais, degenerando uma relação em observação do espelho e nada mais, pois todas as identidades seriam, de certa forma, cópias de um esteriótipo, de um manequim que não aceita algo senão sua própria forma num caos disforme cujas foras são bem definidas nas mentes insanas daqueles que as seguem.
É assim que não me furtando à análise de certos argumentos ou pontos de vista vazios e insensatos, torno a dizer que meu eu não necessita de categorizações ou sistemáticas e inoperantes críticas animalescas, truculentas e sem nenhum fundo de verdade. O conhecimento que advém do empirismo sensorial, pode ser enganoso e normalmente o é, de sorte que não mais se combate algo posto mas algo que eu mesmo observo como complexo de um ponto de vista minimalista, excludente e ingênuo.

domingo, 19 de setembro de 2010

Confissões

Quantos pensamentos estão me atordoando durante esses dias.
Estou procurando um norte, uma noção que me situe em minhas divagações, uma bússola interna que avariada tenta reconectar-se aos polos magnéticos de meu emocional e meu racional...
É tão estranho e tão comum essa situação que me causa um sentimento de impotência frente às múltiplas variações e meu modo de percebê-las.
Não sei se minhas palavras soam como estrondo surdo em meio aos pensamentos dos outros ou se a irrelevância do conteúdo as tornam dispensáveis e inúteis!
Mas eis-me aqui para falar e pensar em como reconduzir-me às terras de minh'alma e sarar as feridas de meu coração...
Esperando angustiantemente a retroação do amor para que seus efeitos me tornem mais humano, mais capaz. Que as feições cadavéricas me sejam roubadas pela alegria de amar novamente.
Te buscarei oh linda mulher em cuja silhueta talhada artesalmente pelo próprio Deus se encontram as essencias mais belas curvas, o mais entorpecente dos perfumes, a mais atraente das bocas, o mais puro dos corações...

Demônios


Que os demônios que habitam nossos interiores
Sejam sagrados em nossos peitos vazios
Que o amargor da cidade em ventos frios
Congele a alma deste tão maldito ser

Enclausurado entre afetos e afagos
Interpretado na arte de me esconder
Entre palavras enterrados por você
Pelo silêncio redimido inutilmente

Frio vão ardente sorriso inacabado
Triste cansado, galgado amor
Tão insípido em teu olhar
Tão imaturo em suas formas

Corpo atraente em olhos hostis
Magnetismo eclético
Amor inesperado e ascendente
Decadência indefesa de minh’alma