terça-feira, 24 de maio de 2011

Sorriso

Ah! Que sorriso lindo inebria minhas noites
Ah que boa recordação me estima a alma
Oh luz divina, perpetue-se em minh'alma
Que a ausência tua comprime meu peito

Sorriso tão belo, timido e satisfeito
Que consola meus dias infelizes
Tua boca, anunciante de minhas graças
É o ícone maior de uma furtiva esperança.

Aceita-me por teu servo, por teu escravo
Em pagamento, o sorriso mais sincero e mais amado
Para esse ser amargo que vos fala em agonia
Nessas noites de ausência de sua figura linda

Perdoai a impertinência, que em zelo se tornara
Perdoai as minhas falhas, imperfeições desbotadas
Meus discursos, as palavras, perdoa a falta de calma
Que mais marca essa alma na agonia de tua ausência... 

Nenhum comentário:

Postar um comentário