Ah! Que sorriso lindo inebria minhas noites
Ah que boa recordação me estima a alma
Oh luz divina, perpetue-se em minh'alma
Que a ausência tua comprime meu peito
Sorriso tão belo, timido e satisfeito
Que consola meus dias infelizes
Tua boca, anunciante de minhas graças
É o ícone maior de uma furtiva esperança.
Aceita-me por teu servo, por teu escravo
Em pagamento, o sorriso mais sincero e mais amado
Para esse ser amargo que vos fala em agonia
Nessas noites de ausência de sua figura linda
Perdoai a impertinência, que em zelo se tornara
Perdoai as minhas falhas, imperfeições desbotadas
Meus discursos, as palavras, perdoa a falta de calma
Que mais marca essa alma na agonia de tua ausência...
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