Que a solidão que abate meu peito
Me ensine a suportar...
Que dor ingrata que me transborda
Me faça parar de chorar
A morte tão desgraçada
Por não me vir carregar
Que noite fria e vazia
Tormentos em não te ver
Em mim palpita vazia
A inexistência de um ser
Meu coração tão calado
Lamenta não ter você!
Tantas horas passadas
Amarguras criadas
Desilusões desveladas
Em teu olhar avistei
Em teu amor inebriante
Me atirei sem rumo
Tão profundo vosso amor
Tão inquieto em meu peito
Coração sangrando pede amor
Coração ferido morre no peito
Minha redenção se foi
No dia que foste embora...
Não é amor! Nem todos sentem, mas eu choro angustiado minha dor. Tão grande que fere meu coração, tão tola que me derramo em solidão. Tão intensa quanto o pulsar de meu coração em tua presença...
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Ilusões...
Como pude confiar-te meu amor?
Se sabia que era tudo ilusão
Tu brincastes provocando minha dor
E aqui dentro já não bate um coração
'Minha vida', sempre tua
E agora que vou fazer?
Sem você é uma tortura
Não consigo te esquecer
As imagens do passado
Voltam a me procurar
Me lembro de ter amado
Alguém que me fez chorar
Seus carinhos, as palavras
Me fizeram acreditar
Que o amor da minha vida
Em ti ia encontrar
Veja agora como fico
Sem você perto de mim
Toda vez que te procuro
Logo sinto que é o meu fim.
Se sabia que era tudo ilusão
Tu brincastes provocando minha dor
E aqui dentro já não bate um coração
'Minha vida', sempre tua
E agora que vou fazer?
Sem você é uma tortura
Não consigo te esquecer
As imagens do passado
Voltam a me procurar
Me lembro de ter amado
Alguém que me fez chorar
Seus carinhos, as palavras
Me fizeram acreditar
Que o amor da minha vida
Em ti ia encontrar
Veja agora como fico
Sem você perto de mim
Toda vez que te procuro
Logo sinto que é o meu fim.
Que me perdoe...
Que me perdoe oh dona!
Que preenche meu coração
Nessa maldita ilusão, me quedo louco.
Angustiado persigo meu fado.
Inescrupulosos sentidos corruptos
Vãos pensamentos perseguidores
Morte arcaica forjada em meu peito
Sagacidade imposta em meu pensamento.
Persigo vossos olhos e em vossa boca me derramo
Louco me encontro envolto em sonhos
Naqueles que me odeiam sinto fluir-me as energias
Daqueles que me amam, o veneno tangível.
Me fujam as forças e me retirem a alma
Que me atormenta há tanto inútilmente
Me açoite esse tempo de solidão
Meu suicídio em teus olhos incontidos
Tão vão e louco orgulho destemido
Intrépida batalha angustiada
Mil vidas que partiram abandonadas
Mais de mil noites em minh'alma perdida!
Que preenche meu coração
Nessa maldita ilusão, me quedo louco.
Angustiado persigo meu fado.
Inescrupulosos sentidos corruptos
Vãos pensamentos perseguidores
Morte arcaica forjada em meu peito
Sagacidade imposta em meu pensamento.
Persigo vossos olhos e em vossa boca me derramo
Louco me encontro envolto em sonhos
Naqueles que me odeiam sinto fluir-me as energias
Daqueles que me amam, o veneno tangível.
Me fujam as forças e me retirem a alma
Que me atormenta há tanto inútilmente
Me açoite esse tempo de solidão
Meu suicídio em teus olhos incontidos
Tão vão e louco orgulho destemido
Intrépida batalha angustiada
Mil vidas que partiram abandonadas
Mais de mil noites em minh'alma perdida!
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