sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Contratos...

Que o infortúito de minh'alma
Derrame sobre mim
As doces horas de amargura...

Que a maldita palavra que me escapa
Saia de meus lábios,
E não se perca no infinito.

Que a maldade de meus olhos
Em teus olhos não subsistam
Que a tristeza em meu coração pereça por tua vida

Que minhas inseguranças transloucadas
Me forçem a moldar e reconhecer-me
Em erros cíclicos e alterados

Que minha morte sirva para encher vossa alma
Que meu pranto console sua tristeza
Que minha vida destrua sua dor