Que o infortúito de minh'alma
Derrame sobre mim
As doces horas de amargura...
Que a maldita palavra que me escapa
Saia de meus lábios,
E não se perca no infinito.
Que a maldade de meus olhos
Em teus olhos não subsistam
Que a tristeza em meu coração pereça por tua vida
Que minhas inseguranças transloucadas
Me forçem a moldar e reconhecer-me
Em erros cíclicos e alterados
Que minha morte sirva para encher vossa alma
Que meu pranto console sua tristeza
Que minha vida destrua sua dor
Meu poeta preferiido! =D
ResponderExcluirTá vendo que tenho razão quando digo que escreves muito bem?!
Adorei o poema, apesar da triste denotação, mas poeta é assim mesmo, nem sempre escreve para sorrir ;]
ahh, adorei o layout! ficou mara! ^^
Mega beeijo!