sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Contratos...

Que o infortúito de minh'alma
Derrame sobre mim
As doces horas de amargura...

Que a maldita palavra que me escapa
Saia de meus lábios,
E não se perca no infinito.

Que a maldade de meus olhos
Em teus olhos não subsistam
Que a tristeza em meu coração pereça por tua vida

Que minhas inseguranças transloucadas
Me forçem a moldar e reconhecer-me
Em erros cíclicos e alterados

Que minha morte sirva para encher vossa alma
Que meu pranto console sua tristeza
Que minha vida destrua sua dor

Um comentário:

  1. Meu poeta preferiido! =D
    Tá vendo que tenho razão quando digo que escreves muito bem?!
    Adorei o poema, apesar da triste denotação, mas poeta é assim mesmo, nem sempre escreve para sorrir ;]
    ahh, adorei o layout! ficou mara! ^^
    Mega beeijo!

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