Que me perdoe oh dona!
Que preenche meu coração
Nessa maldita ilusão, me quedo louco.
Angustiado persigo meu fado.
Inescrupulosos sentidos corruptos
Vãos pensamentos perseguidores
Morte arcaica forjada em meu peito
Sagacidade imposta em meu pensamento.
Persigo vossos olhos e em vossa boca me derramo
Louco me encontro envolto em sonhos
Naqueles que me odeiam sinto fluir-me as energias
Daqueles que me amam, o veneno tangível.
Me fujam as forças e me retirem a alma
Que me atormenta há tanto inútilmente
Me açoite esse tempo de solidão
Meu suicídio em teus olhos incontidos
Tão vão e louco orgulho destemido
Intrépida batalha angustiada
Mil vidas que partiram abandonadas
Mais de mil noites em minh'alma perdida!
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