domingo, 9 de outubro de 2011

(Re)flexões

O mundo gira e torna a vida sempre rotineira
Amores velhos com novas caras iludem seus conceitos
E nisso tudo eu me pergunto: o que é verdadeiro?

Então criamos mundos ideais, maravilhosos
E maquiamos infernos vivos e céus escandalosos
Vivendo a vida como clandestinos dentro desse meio...

A roda viva procura a vida para sobreviver
Terror e caos, insensibilidade escarnecem
Nesse mundo vou, a morte me tomou

Os sonhos morrem com o tempo
Os sonhos brotam com o vento
Os sonhos morrem com o tempo
O choro cala peito adentro

Nós inventamos, e pensamos o mundo e criamos seu roteiro
Sentimos as dores, forjamos horrores tudo em seu contexto
E hoje vejo que nossas falhas deturpam o modelo

Inveja e ódio permeiam o mundo de muitas incertezas
Um rosto frio ignora o rio da fluência e do conceito
A morte aparente é o que de repente virou!

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