domingo, 3 de outubro de 2010

Desejos

Oh! Maldita vida que me apreende a alma
Vida nefasta que me acende os sentimentos
A morte acalma meus desejos
Na extremista ausência dos sentidos

D'alma me brota escuso, escondido
O vão desejo de ceifar-lhes a vida
Não dar-te-ei a certezamaldita,
Prefiro dar-te um "talvez" inibido

Anjos caídos me trazem mensagens
Cuja beleza se esconde na lua
Provar-se-á passando pelas ruas
Num infinito verso inacabado...

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